Hoje quero explicar o inexplicável, quero que as palavras sejam sentidas no sentido nato da própria palavra. Hoje escrevo como que provocando a própria provocação, uma provocação em desprezo, de um desprezo simplesmente provocador.
A vida é apenas uma reviravolta, um revirar de imagens, a vida torna-se numa longa curta-metragem. Cada personagem tem o seu papel e o seu diálogo, tem um guião por onde tem de se seguir, não vale a pena tentar mudar, “todos os caminhos vão dar a Roma” certo? Logo, todos os meus pensamentos vão dar a ti, o conceito é o mesmo, apenas não sei dizer se será felizmente ou infelizmente! Isso é a minha eterna dúvida… A vida é feita de aparecimentos constantes, flashes de pessoas que vão entrando e saindo das nossas vidas sem deixar a sua marca, a deixar apenas o seu lugar uma simples imagem de passagem, um “eu estive aqui”! Noutras alturas surge quem ouse pousar e não mais sair, e quando sai, além de deixar um bocado seu teima em levar um bocado de onde esteve. Assume-se como que querendo o que não lhe é possível ter ou poder… A simples serenidade do prazer transforma-se em demência, transformando a personagem no simples louco da esquina que todos conhecem mas que ninguém fala!
A vida é como um filme, um filme de vários cenários, de vários temas, de várias vontade e personagens, tudo se multiplica á mesma passagem, mas no seu intimo de mudança torna-se num filme de terror, daqueles filmes em que não existe um final feliz, ou será que pode existir esse final?
A vida é por vezes um filme de Bollywood quando acordo, cheio de cor e alegria, cheio de sentimento e esperança, talvez até cheio de musicais incorporados em si mesmo, mas rapidamente esse filme muda para outra forma, um outro género, transforma-se num filme sem forma e sem sabor, torna-se no filme em que não se pode cortar as falhas, em que não se pode repetir quando um dos actores se engana… O erro torna-se crucial e o medo de errar serve de suficiente para que não se haja com a sinceridade com que nos presenteia o melhor dos melhores actores! Agora transforma, melhor, transporta essa imagem para a vida, nua e crua e repara que na verdade todos teimam em viver nesse mesmo drama, sem margem de erro, um que ninguém pode cometer.
Da transparência da minha parede, vejo milhares de rostos novos, declaro-os como “figurantes” do meu filme, estão lá mas são nulos, não pertencem ao filme, apenas pertencem ao cenário onde se vai passar o respectivo capitulo, vejo-os a falar mas não oiço o que dizem, vejo-os a andar mas não sei para onde vão, são-me simplesmente e momentaneamente insignificantes, não dependo deles para terminar a minha história. Por outro lado, tenho a personagem que entra, impõem-se e sai! Deixando no ar um gosto de saudade, de tormento e de vontade de ser vista novamente.
A vida é um filme, um filme complicado e incrédulo, um filme em que todos entram, muitos saiem, mas poucos permanecem. Um filme de cor tornado a preto e branco, de drama e comédia, um filme de longas cenas e maiores capítulos mas de curta duração.
Um filme sem necessidade de “Óscares” mas sim de personagens que façam com que o filme prossiga até ao seu eterno “THE END”.
A vida é apenas uma reviravolta, um revirar de imagens, a vida torna-se numa longa curta-metragem. Cada personagem tem o seu papel e o seu diálogo, tem um guião por onde tem de se seguir, não vale a pena tentar mudar, “todos os caminhos vão dar a Roma” certo? Logo, todos os meus pensamentos vão dar a ti, o conceito é o mesmo, apenas não sei dizer se será felizmente ou infelizmente! Isso é a minha eterna dúvida… A vida é feita de aparecimentos constantes, flashes de pessoas que vão entrando e saindo das nossas vidas sem deixar a sua marca, a deixar apenas o seu lugar uma simples imagem de passagem, um “eu estive aqui”! Noutras alturas surge quem ouse pousar e não mais sair, e quando sai, além de deixar um bocado seu teima em levar um bocado de onde esteve. Assume-se como que querendo o que não lhe é possível ter ou poder… A simples serenidade do prazer transforma-se em demência, transformando a personagem no simples louco da esquina que todos conhecem mas que ninguém fala!
A vida é como um filme, um filme de vários cenários, de vários temas, de várias vontade e personagens, tudo se multiplica á mesma passagem, mas no seu intimo de mudança torna-se num filme de terror, daqueles filmes em que não existe um final feliz, ou será que pode existir esse final?
A vida é por vezes um filme de Bollywood quando acordo, cheio de cor e alegria, cheio de sentimento e esperança, talvez até cheio de musicais incorporados em si mesmo, mas rapidamente esse filme muda para outra forma, um outro género, transforma-se num filme sem forma e sem sabor, torna-se no filme em que não se pode cortar as falhas, em que não se pode repetir quando um dos actores se engana… O erro torna-se crucial e o medo de errar serve de suficiente para que não se haja com a sinceridade com que nos presenteia o melhor dos melhores actores! Agora transforma, melhor, transporta essa imagem para a vida, nua e crua e repara que na verdade todos teimam em viver nesse mesmo drama, sem margem de erro, um que ninguém pode cometer.
Da transparência da minha parede, vejo milhares de rostos novos, declaro-os como “figurantes” do meu filme, estão lá mas são nulos, não pertencem ao filme, apenas pertencem ao cenário onde se vai passar o respectivo capitulo, vejo-os a falar mas não oiço o que dizem, vejo-os a andar mas não sei para onde vão, são-me simplesmente e momentaneamente insignificantes, não dependo deles para terminar a minha história. Por outro lado, tenho a personagem que entra, impõem-se e sai! Deixando no ar um gosto de saudade, de tormento e de vontade de ser vista novamente.
A vida é um filme, um filme complicado e incrédulo, um filme em que todos entram, muitos saiem, mas poucos permanecem. Um filme de cor tornado a preto e branco, de drama e comédia, um filme de longas cenas e maiores capítulos mas de curta duração.
Um filme sem necessidade de “Óscares” mas sim de personagens que façam com que o filme prossiga até ao seu eterno “THE END”.
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