São pequenas coisas…
São pequenas coisas que me fazem acordar com um sorriso estampado no meu rosto, são essas pequenas coisas que me alegram nos momentos em que não sei como seguir em frente… Em frente? Em frente do quê? Em frente para quê? Para nada, em frente de nada, apenas em frente, em frente com uma vontade enorme de ser a simplicidade do sorriso de alguém, em frente de conseguir ser o que se espera que se seja… Nunca assim fui, e possivelmente nem a minha vida me deixa ser, sou o eterno “Carneiro”, irreverente e destemido, senhor dos meus desejos e conquistas, voz de comando, mas, e se todo esse envoltos do suposto carneiro fossem errados? E se afinal esse carneiro que todos idolatram seja apenas um ser de sentimentos nobres, um ser de paixão ardente e de simples vontades e desejos…
São pequenas coisas…
Não gosto quando dizes que é melhor para mim não pensar em ti, não gosto porque não acredito que saibas o que dizes e que saibas o que é tão pouco melhor para mim… Tudo isto uma perda de tempo? Porque? E se este tempo não fosse uma perda mas sim um achado, um achado de me tornar mais adulto, de me encontrar com sentimentos mais nobres do que outrora sentia, já pensaste nisso? Nunca pensei que um texto que eu pudesse escrever fizesse tanto sentido como agora, num “post” num blog também meu, escrevi um texto intitulado “D. Juans morrem cedo” e hoje mais do que nunca sinto isso, e sinto-o verdadeiramente!
São pequenas coisas…
São pequenas coisas que me fazem lembrar de ti, e são dessas pequenas coisas que me faz nutrir grandes sentimentos por ti! Estranho? Demais até, mas infelizmente tenho um olho que nunca advinha quem devo de contemplar com o meu maior tesouro, mas isso, isso são outras histórias, outros quinhentos, isso são vivências e de vivências encontro-me repleto ou não fosse isto as “páginas do meu diário”!
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