Porque é tão difícil de me esquecer de ti, com que feitiços me banhaste o corpo no meu eterno suicido, num aprisionamento à morte quando troquei suspiros junto ao teu corpo, que magias foram essas ao ponto de apesar de esforços transcendentes ainda me conseguires chamar a atenção? Explica-me… Dá-me o elixir, liberta-me do cativeiro que tu própria montaste no teu momento de eterna demência, no teu momento de libertação condicionada! A quem tento eu enganar… A quem tento eu desmantelar a consciência eterna da palavra “amor”… A quem é que eu tento chamar novamente para o meu mundo…
Afasta-te… Melhor… Vêm comigo, eu mostro-te novos mundos, eu mostro-te sentimentos que nunca sentiste, luas que nunca viste brilhar, e brisas que nunca outrora te tocaram, mostro-te tudo o que sei, ama-me, amo-te, sim… Sim amo-te mas por agora afasta-te…
Esquece-me… Consegues não o fazer?... Já o fizeste? A tua demência levou-me à loucura de tentar prejudicar-me a mim mesmo… Afasta-te, e se é para esquecer então força…
Palavras trocadas, sentidas de forma contrária ao que quero dizer, palavras ditas da boca para fora fazem do seu som um infortúnio recanto seguro, um porto de abrigo que na verdade nunca abrigou… Um desejo que nunca se deseja e um amor que nunca soube o que seria amar… É nesse recanto da veracidade que solto a minha mentira, a minha loucura e autoritarismo, deixo que tudo e todos se sintam na infelicidade da minha angustia, na angustia que tu mesma trouxeste… na angustia que eu aceitei, na mesma angustia que pensei que poderia mudar para um sorriso!
Hoje oiço tudo á minha volta, foi preciso perceber esse significado, não existem casos rápidos, existem casos pensados e planeados… E hoje acordei para essa verdade, eu já não sei viver de casos rápidos ou planeados, hoje quero viver de casos sérios, de chegar e ver-te, olhar-te e poder saborear cada pedaço do teu lábio num eterno e rápido segundo do “para sempre”!
Pensativo e distante, deixo que me tirem as gotas de chuva que me tentaram acordar do meu sono, um sono eterno de vida banhada por “nadas”, por coisas que se tornavam simplesmente passageiras, e nesse mundo de irrealidades reais dos sonhos eis que toca o sino que me fez automaticamente acordar, e nesse instante levo-me a pensar na felicidade que foi ao sonhar contigo, mas principalmente a felicidade que será ao saber que hoje consigo ser melhor do que fui, e que cada vez mais serei melhor e melhor… Hoje ninguém me rouba as gotas de chuva que me vão acordar, pois essas gotas são as que me vão levar a dizer o “para sempre” com quem me aceitou como sempre fui…
Afasta-te… Melhor… Vêm comigo, eu mostro-te novos mundos, eu mostro-te sentimentos que nunca sentiste, luas que nunca viste brilhar, e brisas que nunca outrora te tocaram, mostro-te tudo o que sei, ama-me, amo-te, sim… Sim amo-te mas por agora afasta-te…
Esquece-me… Consegues não o fazer?... Já o fizeste? A tua demência levou-me à loucura de tentar prejudicar-me a mim mesmo… Afasta-te, e se é para esquecer então força…
Palavras trocadas, sentidas de forma contrária ao que quero dizer, palavras ditas da boca para fora fazem do seu som um infortúnio recanto seguro, um porto de abrigo que na verdade nunca abrigou… Um desejo que nunca se deseja e um amor que nunca soube o que seria amar… É nesse recanto da veracidade que solto a minha mentira, a minha loucura e autoritarismo, deixo que tudo e todos se sintam na infelicidade da minha angustia, na angustia que tu mesma trouxeste… na angustia que eu aceitei, na mesma angustia que pensei que poderia mudar para um sorriso!
Hoje oiço tudo á minha volta, foi preciso perceber esse significado, não existem casos rápidos, existem casos pensados e planeados… E hoje acordei para essa verdade, eu já não sei viver de casos rápidos ou planeados, hoje quero viver de casos sérios, de chegar e ver-te, olhar-te e poder saborear cada pedaço do teu lábio num eterno e rápido segundo do “para sempre”!
Pensativo e distante, deixo que me tirem as gotas de chuva que me tentaram acordar do meu sono, um sono eterno de vida banhada por “nadas”, por coisas que se tornavam simplesmente passageiras, e nesse mundo de irrealidades reais dos sonhos eis que toca o sino que me fez automaticamente acordar, e nesse instante levo-me a pensar na felicidade que foi ao sonhar contigo, mas principalmente a felicidade que será ao saber que hoje consigo ser melhor do que fui, e que cada vez mais serei melhor e melhor… Hoje ninguém me rouba as gotas de chuva que me vão acordar, pois essas gotas são as que me vão levar a dizer o “para sempre” com quem me aceitou como sempre fui…
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