Hoje quero aprender a dizer “sa foda”, quero aprender porque quero explicar ao mundo por palavras incrédulas que para mim é um tudo “sa foda”, sem porquês, nem mais não, apenas um “sa foda”, um “sa foda” com todas as letras, com todas as esperanças de que quem seja, quem quer que seja o nosso receptor possa receber e perceber de uma forma eficaz o significado de uma expressão que poderá ser muito bem usada para distinguir e substituir algo a que simplesmente não queremos explicar…
Um simples “sa foda” pode muito bem dar por términos a uma frase ou sentimento, pode acabar uma mágoa, um desespero incompreensível, ou até mesmo um episódio que alguém queira simplesmente apagar… (Mas e tu… Como é que te tens sentido? Tens sabido novidades? Ela já te disse mais alguma coisa?) Eu quero é que isso tudo “sa foda”… Neste momento alguém deu a entender que terminou junto de si qualquer esperança de receber uma notícia, talvez até um olá ou até um simples bom dia… Mas por algum motivo, um motivo meramente pessoal e focado num sentimento, a resposta “sa foda” torna-se como num acto de coragem e dedicação a si mesmo, uma forma de mostrar que simplesmente não se importa mais, que já ultrapassou toda essa história que possivelmente o levou a estados sistemáticos de dúvidas e medos!
Por outro lado a junção “sa foda” pode ser usada como um acto pensativo e derrotista, ou não fosse no mesmo exemplo qualquer outra pessoa tirar a sua própria leitura da frase, nesse momento em vez do “Eu quero é que isso tudo “sa foda”” seria, “Oh… “Sa foda” tudo isso” Aqui o “sa foda” torna-se na ancora que ainda prende o sentimento ao desespero, a um sentimento derrotista que o leva a pensar eternamente no que ainda o faz sofrer… No sentido abstracto de um sentimento ou episódio que o leva a ficar imóvel a algo mais, a não saber reagir ou a dizer as palavras certas, o “sa foda” torna-se numa máscara que indicia que ele está bem quando na verdade o que sento é exactamente o contrário.
Um simples “sa foda” pode muito bem dar por términos a uma frase ou sentimento, pode acabar uma mágoa, um desespero incompreensível, ou até mesmo um episódio que alguém queira simplesmente apagar… (Mas e tu… Como é que te tens sentido? Tens sabido novidades? Ela já te disse mais alguma coisa?) Eu quero é que isso tudo “sa foda”… Neste momento alguém deu a entender que terminou junto de si qualquer esperança de receber uma notícia, talvez até um olá ou até um simples bom dia… Mas por algum motivo, um motivo meramente pessoal e focado num sentimento, a resposta “sa foda” torna-se como num acto de coragem e dedicação a si mesmo, uma forma de mostrar que simplesmente não se importa mais, que já ultrapassou toda essa história que possivelmente o levou a estados sistemáticos de dúvidas e medos!
Por outro lado a junção “sa foda” pode ser usada como um acto pensativo e derrotista, ou não fosse no mesmo exemplo qualquer outra pessoa tirar a sua própria leitura da frase, nesse momento em vez do “Eu quero é que isso tudo “sa foda”” seria, “Oh… “Sa foda” tudo isso” Aqui o “sa foda” torna-se na ancora que ainda prende o sentimento ao desespero, a um sentimento derrotista que o leva a pensar eternamente no que ainda o faz sofrer… No sentido abstracto de um sentimento ou episódio que o leva a ficar imóvel a algo mais, a não saber reagir ou a dizer as palavras certas, o “sa foda” torna-se numa máscara que indicia que ele está bem quando na verdade o que sento é exactamente o contrário.
“Sa foda, sa foda, sa foda”… Deixo que a loucura se apodere de mim, solto mais um berro de “sa fodas” que utilizo para desanuviar todo o nevoeiro que crio em detrimento do que não fiz… O “sa foda” completa-se com o inconveniente do tempo, do género, “Olha, sa foda, já está já está…” torna-se simplesmente na vontade de dizer que o que se fez, tempo passado, que foi feito sem remorsos, sem vontades inacabadas de não ter feito ou de pretender anular o que por algum motivo acabou por acontecer. Pode também existir o “sa foda” de medo, de expectativa… “Olha que sa foda, seja o que o tempo quiser” simples, eficaz e confuso… Este “sa foda” leva á imaginação um sala cheia de portas fechadas em que simplesmente existe a necessidade de decifrar qual abrir para que se veja o futuro, para que se saiba o que dizer ou até mesmo fazer… o “sa foda” desta vez interrompe um desejo garantido de poder para levar o medo do que pode advir de um acto que sucedeu no passado, como que utilizando uma espera, um momento incrédulo de algo mais, aqui, simplesmente já sentenciou o futuro que deveria chegar a presente!
Então e depois de algo incompreensível por si só, resta-me dizer a tudo e a todas, ao actos da minha vida, às renuncias e às vontades, aos medos e às coragens que para mim, neste momento a minha vida é um mar de “Sa fodas”, por isso, e sem receios…
Então e depois de algo incompreensível por si só, resta-me dizer a tudo e a todas, ao actos da minha vida, às renuncias e às vontades, aos medos e às coragens que para mim, neste momento a minha vida é um mar de “Sa fodas”, por isso, e sem receios…
Um grande “SA FODA” a todos!
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