O “Coração” funciona como um tribunal, ordena no tempo e no espaço a sentença do sentimento, decide a intensidade da vontade de se lembrar ou esquecer de alguém ou de algo! O “coração” tem o poder de se atenuar a si mesmo quando se sente deliberadamente magoado. Assume por si só opções, escolhas, escolhe o que entende como correcto.
O “Coração” lembra-me de me esquecer de “ti”, assume esse papel crucial, esse papel de carrasco, assume-se como único mandatário das vontades!
“O esquecimento da lembrança”, parece a teoria do “nada”, uma teoria sem sentido e sem qualquer nexo, mas é nesta teoria em que hoje me enquadro, é nela que sinto a forma como o mundo gira em torno da eloquência e demência absoluta da minha realidade.
Hoje quase que solto a pergunta… “Quem és tu?”, doer-te-ia se te fizesse essa pergunta cara a cara? Possivelmente não, possivelmente sim, mas também me doeu a mim o teres-te esquecido que eu existo… Vivo o enigma da vingança transformada em esquecimento, prefiro esquecer a viver dorido com todo o enredo de algo que ninguém tão pouco controla! Lembra-me tu de me esquecer de ti, de me querer esquecer de ti, consegues? Todos nós conseguimos, basta não editar qualquer sentimento, basta apenas evaporar o nosso ser da vida de quem nos espera!
“Esqueço-me de ti a cada dia que passa…” mas se fosse verdade nunca que diria tal frase, nunca que me iria dirigir a ti, mas posso dize-la, posso dizer que “esqueço-me de ti a cada dia que passa”, esqueço-me sempre mais um bocado e por muito pequeno que seja, é sempre mais um bocado que me esqueço, e por muito pequeno que seja não me importo pois um dia esse pequeno bocado transformar-se-á em tudo!
O “Coração” lembra-me de me esquecer de “ti”, assume esse papel crucial, esse papel de carrasco, assume-se como único mandatário das vontades!
“O esquecimento da lembrança”, parece a teoria do “nada”, uma teoria sem sentido e sem qualquer nexo, mas é nesta teoria em que hoje me enquadro, é nela que sinto a forma como o mundo gira em torno da eloquência e demência absoluta da minha realidade.
Hoje quase que solto a pergunta… “Quem és tu?”, doer-te-ia se te fizesse essa pergunta cara a cara? Possivelmente não, possivelmente sim, mas também me doeu a mim o teres-te esquecido que eu existo… Vivo o enigma da vingança transformada em esquecimento, prefiro esquecer a viver dorido com todo o enredo de algo que ninguém tão pouco controla! Lembra-me tu de me esquecer de ti, de me querer esquecer de ti, consegues? Todos nós conseguimos, basta não editar qualquer sentimento, basta apenas evaporar o nosso ser da vida de quem nos espera!
“Esqueço-me de ti a cada dia que passa…” mas se fosse verdade nunca que diria tal frase, nunca que me iria dirigir a ti, mas posso dize-la, posso dizer que “esqueço-me de ti a cada dia que passa”, esqueço-me sempre mais um bocado e por muito pequeno que seja, é sempre mais um bocado que me esqueço, e por muito pequeno que seja não me importo pois um dia esse pequeno bocado transformar-se-á em tudo!
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