sexta-feira, 10 de abril de 2009

Quem sou eu?

Quem sou eu? O que tanto faço que nem eu sei explicar o que é? Espero respostas a perguntas que ninguém faz a não ser eu mesmo...mas faço-as á mesma, são perguntas que geradas por questões que me aprisionam cada segundo sentido das minhas visões! Quem sou eu? Pergunto novamente sem receber qualquer sinal auditivo de qualquer resposta de alguém, melhor, ninguém responde. Ninguém que seja, nada, nada me responde e perco-me em total silencio da noite...silencio esse só quebrado por automóveis que passam na madruga em corridas contra o tempo. De resto, o silencio perdura no escuro da noite, velhinhas que passam pelos séculos do tempo param, param e escutam a minha questão, Quem sou eu?, mas nada, sinto que me ouvem mas não querem responder, não querem ou não sabem, o que sei é que não tenho qualquer resposta e continuo sem saber quem sou...Então mudo a pergunta, O que tanto faço que nem eu sei explicar o que é?, nesse instante uma das velhinhas que passavam para. Para, olha para trás e cegando os meus olhos com os olhos azuis camuflados pelas rugas que o tempo lhe deu de presente, como que prémios pela sua sabedoria ganha pelo passar dos tempos, fixa-me e responde: "Tu fazes perguntas, perguntas que não queres procurar respostas, porque só tu sabes que és e mesmo assim não consegues ver...", dizendo isto virou-se e seguiu o seu caminho por entre o escuro da noite.

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