sábado, 11 de abril de 2009
Livre
Hoje criei a imensidão, uma imensa angustia de não saber nada de ti, de querer escutar a tua voz de sentir o teu sincero sorriso! Hoje recuei no espaço temporal ficando perdido num labirinto de estrelas que ofuscam a minha visão, uma visão de sombras em que o nítido se torna desproporcional á realidade! Nada vejo, e o que vejo não compreendo... Sou forte, não vou fraquejar na minha posição de ser feliz, queria sê-lo contigo, mas se não posso ser não pretendo rastejar por entre caminhos lamacentos que me sujarão o interior, porque esse, esse nunca se limpa, mantém sujo e inalterado que os dias passem ou não... Desejo-te, desejo-te como um príncipe deseja a coroa a que um dia vai poder tocar, mas com diferença, ele poderá tocar no que deseja e nunca sentirei o cheiro de quem um dia desejei! Deixem-me naufragar, naufragar por forma a que consiga pensar, consiga sonhar e reflectir o que um dia deixei de ver, quero voltar-me a ver como era, como sempre fui... Quero voar, quero sentir o cheiro do vento, o cheiro puro por onde outros seres já viajaram... Quero ser Livre, apenas livre, quero voltar a ser o que já não sou!
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