sábado, 11 de abril de 2009
A mensagem que nunca te enviei
“Quero-te pedir que me soltes, quero que me deixes esquecer-te... Parecerá estranho lido somente no seu sentido gramatical, mas no sentimental fará todo o sentido! Quero apagar cada segundo vivido contigo, quero esquecer cada palavra trocada numa das nossas conversas... Quero saber o que não é saber nada sobre ti... Estranhas mais uma vez a minha forma de te querer esquecer, estranhas porque não queres também saber o que faz o sol quando se esconde da noite, queres porque não sentes o que sinto! Por mais sorrisos que esboce ao teu lado sinto cada vez mais um aperto que não tarda em rebentar... E tu já o notas, tu já sentes que eu estou prestes a explodir, por isso quero esquecer-te... Deixas-me? Preciso de te apagar da minha memória, da minha triste e insignificante vida boémia de quem nada me trás que me alegre... Como podes tu jogar comigo assim, eu, eu que nunca precisei de sonhar um sonho que me magoa, um sonho que deslumbra a aguarela do quadro mais esborratado que de nome me traz... Sonhas comigo? Não sonhas, não sonhas pelo menos da maneira que eu sonho contigo, não sonhas porque até nos sonhos somos e sentimos diferentes. Não quero a tua compaixão, quero algo mais, algo que mesmo sem segundas intenções tinha no desejo! Por isso e só por isso, quero que me deixes esquecer!”
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