sábado, 11 de abril de 2009

Ansiedade

Mais do mesmo em tão diferentes escolhas, em tão diferentes paisagens pintadas pelo subconsciente que floresce a cada novo dia, um passado, uma história, um enredo mas sempre as mesmas palavras, sempre o mesmo explodir de sentimentos levados em ocos desejos! Palavras, palavras esquecidas e não ditas com medos do que se quer dizer, do que se quer sentir, do que não se quer mas se deseja! Tudo tão simples e tão cruel ao mesmo tempo de poucas palavras! Um grito, um grito que solto quando a qualquer momento me sinto aprisionado no minha própria prisão... Naquela prisão tão nossa, tão única, tão cruel! Sei tudo e somente não sei nada, nada sei que deseje saber, o que sei simplesmente não chega e o que queria saber não o consigo decifrar! Ânsias e complexidades de vidas que envolta da nossa história criam histórias paralelas, histórias que de mais personagens que existam existe sempre lugar nelas... Um olhar, um olhar apagado e triste num dar de mãos inocente, naquele entrelaçar de dedos tão puro... Oh meu Deus, oh que me sinto novamente naquela criança de sonhos que não sabe o que de tão cruel o mundo é, o que de tão doloroso pode ser o sentimento que explicado não tem explicação! Sonho, sonho acordado para me lembrar de cada instante, de cada suspiro, de casa sussurro teu. Sonha, sonha pelo amanhecer que eu estarei por perto, que eu sentirei o desejo de te desejar num louco e eterno embaraçado presente, num louco e eterno pausar do tempo que me foge... Sou pecador incondicional daquilo que já tenho resposta, de toda a tua verdade, queria mais do que me dás mas sei que o que ofereces é o que tens em teu poder, por isso, por isso hoje chega-me essa oferenda, esse simples e heróico acto de verdade que transparece do teu deslumbrante e harmonioso ser!

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