sábado, 11 de abril de 2009
Ancora de Chocolate
Hoje vou comer quilos de chocolate, vou comer tantos chocolates que o meu ser deixará de ter espaço para qualquer sentimento que me confunda! Vais e voltas deixando marcas, o ser que transborda de dentro de ti, é um ser que ofusca qualquer sentido lógico do que nunca eu outrora percebi! Vou comer chocolates, todos e todo o tipo, vou comer até que não consiga sequer aspirar a última migalha, o último bocado que não consigo não deixar de querer... Queria mais, queria ser o que não sou, queria ser o que sempre quis e deixei de querer, o porquê? O porque não sei, não consigo desvendar porque não sei o que sinto, o que quero! Apareceste na minha vida como uma palavra que não consigo mais largar, mas quando tento tu apertas e ganhas o terreno que pensei já ter conquistado! Abraço por um segundo e sinto como que a pairar, nos teus braços sou somente ar, um ar flutuante que me liberta de todos os tremores que a vida me impõe, mas não percebo, sinto qualquer coisa que não tem como se descrever, nunca foi explicado nem percebido e quem o percebe guarda, guarda porque tudo é bem melhor quando não tem o seu sentido lógico da lógica certa! Tudo é puro e natural, sem medo de errar, porque simplesmente não se erra, simplesmente nada o consegue catalogar para que possa ser explicado, e o que não é explicado simplesmente é certo, não existe condenações nem observações nem ideias... Tudo o que se faz é certo, e como tal, o certo é o simplesmente o desejo de querer fazer! Por isso, hoje vou comer chocolates, vou comer para que eu fique preso nesta verdade sem que consiga sonhar, assim tudo é menos sofrível , tudo passa sem ser necessário sorrir, e quem não sorri não sabe o sentimento bom que o sorrir trás, mas também nunca saberá a angustia de não sorrir!
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