domingo, 16 de agosto de 2009

Esse sentimento eu dispenso, obrigado!



Pela primeira vez senti raiva, uma raiva que me consumia a alma, nunca senti nada igual desde que estou contigo! Este sentimento dispenso, posso perceber muita coisa, fechar os olhos á verdade e até aguentar as saudades que sinto em não te ver, mas o sentimento de impotência, esse dispenso, esse não o quero voltar a sentir, as decisões são tomadas, precipitações essas devem ser corrigidas e não alimentadas, Adoro-te, mas dispenso a sensação que tive hoje!“O amor é o sentimento mais estranho que existe, é um sentimento que nos entranha na alma como que construindo caminhos para que sozinho consiga sobreviver, constrói barragens de outros sentimentos e isola-se dentro de nós para que mais ninguém o tire. O amor é complicado, difícil de entender, difícil até de o compreender, se tudo fosse fácil não era amor, era amizade! O amor cria em nós coisas que nunca antes o poderíamos ter sentido, como o ciúme... Esse sentimento dispenso, faz-nos parecer algo imaturos e pouco sensatos, mas o amor cria-o, faz com que ele apareça, e sim, eu hoje senti-o! Jurei a mim mesmo nunca o sentir, mas quebrei essa promessa, quebrei-a porque sei o que supostamente nunca quis saber, nunca desejei acreditar! Existe uma história que me impossibilita de te ter a cem por cento, que impossibilita a tua vontade e a minha de estarmos juntos... Porque? Bem isso não consigo responder, ninguém que ame poderá responder a questões de ciúmes, porque esse sentimento cega quem vê e quem nunca quis ver! O amor é estranho, o amor é como um despertar de várias sensações, é como uma refeição que necessita dos condimentos certos, em doses q.b., em formas a que o mundo se pinte de cores que nunca foi pintado, que tudo seja reluzente como o ouro, ou como o raio de sol a bater na imensidão de uma onda que se dirige a para a beira-mar. Diz-me, diz-me o quanto me amas, dá-me certezas, não quero sentir que um dia te possa perder para quem outrora já fez parte da tua vida... Se esse sentimento de reconciliação é o que preferes diz-me, conta-me com todas as palavras que possas descrever de forma simplista e perceptível, eu não quero sentir novamente a angustia que senti hoje... Quero o teu corpo, quero sentir o cheiro do teu cabelo, sentir o toque da tua mão acariciando o meu rosto, o meu cabelo... Quero-te como nunca pensei que te pudesse querer um dia, e sinto que quanto mais o tempo passa mais eu me sinto uno contigo, e se de alguma forma o teu sentimento não for esse, se de alguma forma isto não passar de um mero passatempo diz-me, prepara-me, prefiro sorrir por entre os sonho que derramar as lágrimas que a vida já me secou por futuros que não tenho coragem de os ver... Ao menos isso, ao menos dá-me a tua sinceridade, peço-te, não me faças sentir o que hoje eu senti, esse sentimento eu dispenso obrigado!”

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